TRESAVENTO é o meu terceiro disco individual e leva o título de uma das canções, que foi inspirada no conto Tresaventura, do escritor João Guimarães Rosa.

O disco foi gravado durante 2018/2019 e está pronto para a fase de finalização (mixagem e masterização), para logo ser enviado para a fábrica!

São 10 músicas inéditas. Oito canções em parceria com os amigos letristas Leandro Maia, Jerônimo Jardim, Ronald Augusto, Tatiana Cruz, Rubem Penz e Paulo Araújo. Além dessas, duas músicas instrumentais, o que é também uma característica dos meus discos anteriores.


Antes do Tresavento vieram:

Grupo Quebra Cabeça– Música instrumental (1993)
Marcelo Delacroix– Premio Açorianos de melhor disco de MPB (2000)
Depois do Raio – Premio Açorianos de melhor disco de MPB e Melhor Disco do Ano (2006)
Canciones Cruzadas – Marcelo Delacroix e Dany López (2012)

UM DISCO NÃO SE FAZ SOZINHO!

Contei com a generosidade e a confiança de todos os profissionais envolvidos, colegas músicos e técnicos, que se dispuseram a gravar o disco, antes mesmo da garantia de um financiamento, para que não se perdesse o “trem do tempo”.


O lançamento está previsto para dezembro deste ano !

SOBRE A EQUIPE

FABRICIO GAMBOGI, o co-produtor


FABRICIO GAMBOGI, o co-produtor

O Fabrício é o responsável, junto comigo, pela produção musical do disco. E com ele vieram algumas ideias e propostas: fazer um disco mais “enxuto” e limpo, com menos instrumentos, privilegiando os detalhes de violão e voz. Chegamos num resultado que me deixou muito satisfeito. Ele me ajudou a limpar o que era supérfluo, sem perder as ideias que para mim eram essenciais.

WAGNER LAGEMANN, o engenheiro de som

WAGNER LAGEMANN, oengenheiro de som

A outra proposta do Fabrício foi gravar com o Wagner Lagemann no Estúdio da Pedra Redonda. Mais do que um estúdio, de alto nível técnico e qualidade de equipamento, a Pedra Redonda é um ponto de confluência musical e artística, que congrega uma geração muito especial de jovens músicos compositores, de várias partes do estado e de outras regiões, sintonizados com as novas linguagens, sem perder as referências. E eu me renovo e aprendo convivendo e trocando informações com as novas gerações. E “sintonizado com as novas linguagens, sem perder as referências”, eu me valho também da experiência e excelência de músicos já conhecidos, de “notório saber”, com quem eu já havia trabalhado antes, ou sonhava um dia trabalhar.

Numa primeira etapa, levamos o equipamento do estúdio para o sítio Ovelha Negra, em Águas Claras – Viamão, e num clima de total imersão e confraternização entre os músicos, “levantamos as estruturas” das músicas. Depois, finalizamos os detalhes no estúdio da Pedra Redonda, na zona sul de Porto Alegre.

OS MÚSICOS

Cada músico que participou, com seus talentos e personalidades musicais únicas, fez a música crescer.

Neuro Júnior

Neuro Júnior, no violão de 7 cordas, deu um colorido especial ao disco com seu talento e musicalidade “sobrenaturais”.

Mambo Trio

O trio de percussão, carinhosamente apelidado de Mambo Trio: Giovanni Berti, Tuti Rodrigues e Bruno Coelho, assegurou o ritmo e a alegria das gravações. São velhos conhecidos. O Giovanni Berti e eu tocamos juntos desde 1991, no encontro do Bando Barato pra Cachorro com o sambista Túlio Piva, e depois com o grupo Quebra Cabeça. Ele tocou nos meus discos anteriores, trilhas e shows. São 28 anos de música e amizade.

Gabriel Romano
Pedro Borghetti

Na milonga Dentro da noite, além do violão do Neuro Júnior, estão os excelentes Gabriel Romano no acordeom e Pedro Borghetti no bombo legüero.

Nas músicas Folia do Divino e Tresavento estão as “marias” Gutcha Ramil, Andressa Ferreira e Tamires Duarte, do grupo As Três Marias, para tocar percussão, rabeca e coros. Junto com elas, nos coros, estão também a Clarissa Ferreira, Zelito Ramos André Paz.

Giovanni Barbieri, pianista de Santo Antônio da Patrulha, e está vivendo em Lisboa. Aproveitamos uma vinda ao Brasil, para contar com a musicalidade deles na música Sem Palavras.

Kiai

O grupo Kiai, da cidade de Rio Grande, com Marcelo Vaz no piano, Dionísio Souza no baixo e Lucas Fê na bateria, colaboraram com sua identidade sonora na música Tempo Bom. Dionísio e Lucas Fê tocaram também na História de Nós Dois.

Toneco da Costa, Pedrinho Figueiredo e Beto Chedid

Nas duas valsas instrumentais, pude colocar em prática o sonho de tocar com Toneco da Costa Pedrinho Figueiredo juntos. Os dois são parceiros musicais há muito tempo. Com eles, outro dos grandes, que admiro como amigo e como músico, o multi instrumentista Beto Chedid gravou bandolim na Dança do Sonho. A participação dos três tem um significado especial nessas duas músicas.